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Bruxas alimentando-se de sangue inocente.

Talvez nas cidades grandes não se falem mais tanto em bruxas quando em cidades do interior, por aqui, as lendas que contam sobre estas bizarras criaturas são de apavorar o sangue até mesmo daqueles que não acreditam no sobrenatural.
Dizem que durante a noite, próximo a grandes florestas, as bruxas se transformam em bolas de fogo ou em animais como grandes aves negras. É a noite que elas procuram sair para comer, pois para manter seus poderes maléficos e vida prolongada devem se alimentar especialmente do sangue de bebês não batizados.
Sobre o ataque destas criaturas as crianças é que existem mais relatos bizarros!
Contam que uma senhora costumava passar as noites fazendo tricô em frente a varanda de sua casa enquanto seu bebê dormia tranquilamente em seu quarto.
Em uma noite ela estava concentrada em seu passatempo quando ouviu seu bebê chorar, resolveu esperar um pouco para ir ver o que estava ocorrendo, pois não queria que seu filho aprendesse que era só chorar que isto iria lhe chamar a

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O gato preto.

A história de vida do gato preto é impressionante. Sacrificado por uns, adorado por outros, o gato preto sobreviveu a tudo simplesmente para reclamar o lugar que mais gosta de ocupar: um sítio quente, junto à janela.
As superstições acerca dos gatos começaram desde muito cedo. Os primeiros povos a atribuir uma aura mística ao gato foram os egípcios que o idolatravam, tendo mesmo um deus com a sua forma física, Bast. Em honra desta divindade, os egípcios mantinham gatos pretos nas suas casas e davam-lhes honras reservadas a faraós, mumificando-os depois de mortos.
Mas foi na Idade Média que o gato viu a sua sorte mudar. Apesar de concederem um importante serviço ao homem, caçando os ratos que eram considerados uma praga por todo o lado, a verdade é que havia grupos de gatos vadios que faziam das cidades o seu território. A sobre população terá sido o primeiro motivo pelo qual o gato deixou de cair em graça para passar a cair em desgraça. 


A Idade Média ficou marcada pela bruxaria, superstição e febre religiosa. O gato, como animal independente e solitário, captou a atenção tanto de cristãos como pagãos. No paganismo, o gato representa proteção e sabedoria, mas na magia negra, o gato preto macho personifica o diabo. No tarot, no baralho de Rider Waite, a Rainha de Paus é representada com um gato preto a seus pés, significando energia instintiva, mas domesticada.

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